Prumo · Inteligência de Gestão e Dados

A referência que líderes usam para decidir e realizar com segurança.

Restaure o eixo.

Alinhe o que estava desalinhado.

Estruture e organize a gestão e os dados.

Comece por uma conversa
Reconhecimento

Alguma dessas frases é sua?

Nenhuma delas é o problema. Todas são sintomas de uma cadeia que se rompeu antes.

“Redesenhamos os processos e eles morreram no papel.”
“Pouco tempo depois de organizar, tudo voltou a ser informal.”
“Não enxergo gargalos, atrasos nem etapas que não foram cumpridas.”
“Nossos dados estão espalhados em planilhas, e-mails e sistemas isolados.”
“Com tudo disperso, uma análise simples leva dias e ainda chega imprecisa.”
“Decidimos sem dados, ou com dados que não sabemos se estão certos.”
“Toda vez que alguém pede um número, refazemos tudo de novo.”
“Nossos processos, dados e indicadores não se conversam em nenhum ponto.”
“Se duas pessoas saírem, ninguém sabe onde as coisas estão.”
“Temos indicadores no papel, mas ninguém os acompanha de fato.”
“Estamos expostos a risco de auditoria por não ter reporte defensável.”

Você entra por onde a dor aparece. Nós lemos a cadeia inteira e nomeamos onde ela se rompeu.

As três frentes

Processos, dados e indicadores. A mesma cadeia.

Trabalhamos três frentes. Cada uma se contrata sozinha, combinam duas a duas ou as três juntas. Não são pacotes, são superfícies do mesmo trabalho.

Processos

Como a sua empresa executa: o que se faz, em que ordem, por quem, e onde isso acontece de fato.

Os processos passam a ser vivos, com ambiente próprio de execução, distribuição e controle. Deixam de depender de quem lembra e passam a depender da estrutura. Gargalos e atrasos ficam visíveis enquanto ainda dá para agir.

Dados

A matéria-prima da sua decisão: onde os dados nascem, onde moram, quem responde por eles e se dá para confiar neles.

Os dados passam a ser confiáveis e defensáveis, com origem rastreável. Deixam de ser coletados à parte e passam a nascer da própria execução. A informação para de morar com alguém e passa a morar na estrutura.

Indicadores

O que traduz processos e dados em medida de gestão, e transforma essa medida em rotina de decisão.

Os indicadores passam a ter dono, prazo e uso. O acompanhamento vira rotina instalada, que não depende de cobrança manual. O reporte passa a ser defensável diante de auditoria, investidor ou regulador.

Processos mal desenhados geram dados ruins. Dados sem lugar de execução não viram indicadores confiáveis. Indicadores sem processos por trás não se sustentam. Por isso não vendemos frente fechada em pacote.

O método

Um método único, seis fases.

Sobre qualquer frente contratada roda sempre o mesmo fluxo. O que muda de um projeto para outro não é o método, é quais frentes entram e até onde o fluxo vai em cada uma.

Mapeamento

Você passa a enxergar como a sua operação funciona de verdade, e não como se imagina que ela funcione. Fica claro onde os processos travam, quais dados já existem, quais nunca existiram e de onde vem cada número que hoje circula.

Padronização

A forma certa de fazer deixa de ser interpretação de cada um e passa a ser a mesma para todos. Cada dado e cada indicador ganham definição única, e as regras que valem param de mudar conforme quem executa.

Governança

Cada processo, cada dado e cada indicador ganham um responsável com nome. Ninguém mais precisa descobrir a quem perguntar, e todo número passa a ter fórmula, fonte, periodicidade e meta que você consegue defender quando alguém questionar.

Sistematização

Os processos saem do documento e passam a rodar em um ambiente real, com etapa, responsável e prazo à vista. Os dados nascem da própria execução, então a mesma informação nunca mais é preenchida duas vezes.

Dashboardização

Você para de esperar por alguém para saber onde está. A informação chega pronta, comparável no tempo, atualizada por um fluxo que não depende de ninguém lembrar de rodar.

Direcionamento

A leitura vira decisão. Você passa a contar com um diretor de gestão e dados em tempo parcial, que analisa, aponta o que está fora do lugar e conduz a conversa até a escolha, com a evidência na mesa e a leitura de quem já passou por isso centenas de vezes.

Cada projeto percorre o fluxo até onde a sua situação exige. Em qualquer ponto onde ele pare, o que fica é estrutura instalada, com base auditável e rastreável, e uma decisão mais firme do que a que você tomava antes.

Como começa

Antes da proposta, uma Leitura de Prumo.

Começa sempre por uma conversa, onde você apresenta a sua situação. Quando o caso pede, fazemos um diagnóstico antes de qualquer definição. Vem então a Leitura de Prumo, nossa avaliação interna que dimensiona o escopo do projeto, e é ela que vira proposta: o que entra agora, o que já existe e não precisa ser refeito, e o que fica para depois.

Quem conduz

Quem conduz o trabalho.

Gustavo Lacerda

Gustavo Lacerda

Diretor de Gestão e Dados
Perfil no LinkedIn

Vinte anos de carreira e mais de oitocentos projetos em gestão, performance e inteligência de dados, com densidade especial em operações, pesquisa e inteligência de mercado, sustentabilidade e área socioambiental. MBA em ESG e Sustentabilidade Corporativa e MBA em Novas Tecnologias, Transformação Digital e Agilidade. Passagem executiva por empresas de inteligência de mercado e consultoria.

Referências incorporadas ao método
BPMN 2.0CMMI-DMMCOSO ERMIBGCMEG-FNQNR-1ABNT PR 2030IFRSSASBGRIISO 9001ISO 31000ISO 31010
Contato

Comece por uma conversa.

Traga a sua situação como ela está hoje. A primeira conversa serve para entender onde a sua cadeia se rompeu, e não para receber proposta.